segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Palavras, malditas palavras que machucam tanto. Palavras bruscas que arrancam lágrimas; lágrimas que doem, uma a uma,quando caem. Palavras que andam me machucando tanto, que me tiraram o que é mais precioso em mim: meu sorriso. Eu sou frágil como uma boneca de porcelana, sou sim, ao mínimo toque brusco eu choro, me despedaço, vou morrendo por dentro. Ando como um copo de uísque na mão de um alcoólatra: me encho rapidamente, e com a mesma rapidez que encho-me, toda a felicidade vai embora com um único gole. Eu sou o copo, que se enche e se esvazia, as palavras são o gole, que levam de mim meu conteúdo, ou seja, minha felicidade.
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